Nesse ritmo danço a Vida,
Na alfaya dos Corações...
No concerto desconcertado,
Crio notas e arranjo harmonia,
Faço Dela minha Música,
Vida a passo dois e dois...
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Mulher
O que mais gosto em uma mulher,
Não é seu cabelo,
Não é sua perna grossa,
Nem sua voz de Anjo que me faz tremer...
Não é sua pele,
Não é seu calor envolvente,
Nem seu olhar que fita até eu me perder...
Não é seu beijo,
Não é seu gosto viciante,
Nem seu sexo,
Viceral,
Por me enlouquecer...
O que mais gosto em uma mulher,
É você...
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Depois
Depois de uma noite mal dormida,
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Contradizendo...
Nessa terra de contradições,
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Fechando os olhos
Fechando os olhos,
Fronteiras se desistem...
Limites se transpassam...
E, imaginando, apenas,
Sonhos se realizam...
Desistida por Fronteiras,
Transpassada por Limites,
No escuro, reescrevo minha história.
Pois a verdadeira Viagem,
Como sempre,
Se faz na Memória...
Fronteiras se desistem...
Limites se transpassam...
E, imaginando, apenas,
Sonhos se realizam...
Desistida por Fronteiras,
Transpassada por Limites,
No escuro, reescrevo minha história.
Pois a verdadeira Viagem,
Como sempre,
Se faz na Memória...
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Palavras
Ah, esta minha sede de palavras...
Onde cada palavra, não passa de um regurgitado pensamento,
Onde cada pensamento, não passa de vidas num segundo do momento.
Assim, me afogo em letras,
Nas horas, que se passam, em mais um dia de sofrimento...
Onde cada palavra, não passa de um regurgitado pensamento,
Onde cada pensamento, não passa de vidas num segundo do momento.
Assim, me afogo em letras,
Nas horas, que se passam, em mais um dia de sofrimento...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Vai entender
Tric tric, Rolimã.
Patinete, Tobogã.
Crau no zóio da rã...
*De um bêbado no Copacabana Bar!
Patinete, Tobogã.
Crau no zóio da rã...
*De um bêbado no Copacabana Bar!
Boas e velhas lembranças
Levanto-me! Normalmente me demoro o bastante a querer viver. Hoje é diferente. Boas e velhas lembranças chicoteiam minhas costas.
É frio. Mas o sangue ferve...
Nos vidros da janela observo a neve, que cai aos poucos, formando pequenos porta retratos das pessoas na rua. Tudo à cantoria da navalha cortante do vento, nas entrelinhas de minhas velhas paredes de madeira.
É frio. Mas o sangue ferve...
Visto meu paletó, ponho minhas calças, botas, ajeito meu chapéu. O dia, é hoje. Porque diabos, não sei. Apenas sei que poderia mudar este destino mas, não há borracha que apague o que ele mesmo escreve.
É frio. Mas o sangue ferve...
Arrumo minha cama, mas desta vez, não ajeito a palha. Sento à mesa, mas desta vez, não encosto no pao. A vontade se faz ausente, mas não para o que estou disposto a fazer. Vou até o fim.
É frio. Mas o sangue ferve...
Tento encilhar meu cavalo firmemente, que de magro, de nada adianta meu rugido de força. Pobre animal, assim como eu.
É frio. Mas o sangue ferve...
A pé, de passos desordenados, assim como meus pensamentos embriagados, sigo. Empunhando minha única herança, carregada de apenas um ponto final, oro.
É frio. Mas o sangue ferve...
Sim. A hora é agora. Lá está ele. Meu alvo. Ela...
É frio. Mas o sangue ferve...
Fraco, caminho. Trêmulo, miro. Ouço gritos ensurdecedores ao meu redor. Sinto um grito mudo à minha frente. Minhas boas e velhas lembranças fazem força no gatilho.
É frio. Mas o sangue ferve...
Enxugo a lágrima inexistente, que de cansada, nao caiu mais. Dou um ponto final, mas desta vez...para o céu.
Da boca.
Estou frio. E meu sangue também...
É frio. Mas o sangue ferve...
Nos vidros da janela observo a neve, que cai aos poucos, formando pequenos porta retratos das pessoas na rua. Tudo à cantoria da navalha cortante do vento, nas entrelinhas de minhas velhas paredes de madeira.
É frio. Mas o sangue ferve...
Visto meu paletó, ponho minhas calças, botas, ajeito meu chapéu. O dia, é hoje. Porque diabos, não sei. Apenas sei que poderia mudar este destino mas, não há borracha que apague o que ele mesmo escreve.
É frio. Mas o sangue ferve...
Arrumo minha cama, mas desta vez, não ajeito a palha. Sento à mesa, mas desta vez, não encosto no pao. A vontade se faz ausente, mas não para o que estou disposto a fazer. Vou até o fim.
É frio. Mas o sangue ferve...
Tento encilhar meu cavalo firmemente, que de magro, de nada adianta meu rugido de força. Pobre animal, assim como eu.
É frio. Mas o sangue ferve...
A pé, de passos desordenados, assim como meus pensamentos embriagados, sigo. Empunhando minha única herança, carregada de apenas um ponto final, oro.
É frio. Mas o sangue ferve...
Sim. A hora é agora. Lá está ele. Meu alvo. Ela...
É frio. Mas o sangue ferve...
Fraco, caminho. Trêmulo, miro. Ouço gritos ensurdecedores ao meu redor. Sinto um grito mudo à minha frente. Minhas boas e velhas lembranças fazem força no gatilho.
É frio. Mas o sangue ferve...
Enxugo a lágrima inexistente, que de cansada, nao caiu mais. Dou um ponto final, mas desta vez...para o céu.
Da boca.
Estou frio. E meu sangue também...
terça-feira, 29 de julho de 2008
Sob questão
Sob dogmas e ditas verdades,
Vos digo de absoluta certeza,
Ou não:
Eis o não Ser,
Ser é a questão...
Vos digo de absoluta certeza,
Ou não:
Eis o não Ser,
Ser é a questão...
quarta-feira, 23 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Pureza Avessa
Expresso,
No mais puro silêncio,
A Angústia,
Na mais pura alegria,
O Desejo,
No mais puro descaso,
A realidade (nua, apenas nua),
Na minha mais pura fantasia...
Acredito,
Na mais pura insanidade,
Na Solidão,
Como minha pura, e eterna,
Companhia...
No mais puro silêncio,
A Angústia,
Na mais pura alegria,
O Desejo,
No mais puro descaso,
A realidade (nua, apenas nua),
Na minha mais pura fantasia...
Acredito,
Na mais pura insanidade,
Na Solidão,
Como minha pura, e eterna,
Companhia...
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
A esta altura
Morte é Passageira, uma Memória, Saudade.
Morte é Sentimento, um Desapego, Liberdade.
Morte é Alternativa. Sei que não das melhores,
Mas a Vida mesmo dedura que não é das piores...
Desacredito, já a esta altura,
No mal que ela possa trazer,
Por isso, do fundo do coração, desejo:
Tudo de bom pra você...
Morte é Sentimento, um Desapego, Liberdade.
Morte é Alternativa. Sei que não das melhores,
Mas a Vida mesmo dedura que não é das piores...
Desacredito, já a esta altura,
No mal que ela possa trazer,
Por isso, do fundo do coração, desejo:
Tudo de bom pra você...
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Isso...
É disso que se necessita,
Para um desabrochar de inspiração.
Crer na Flor que nasce e morre,
Carrega a Beleza em seu nome,
Seca e apodrece no chão.
Pois disso vive o poeta...
Da Ilusão à Desilusão.
Para um desabrochar de inspiração.
Crer na Flor que nasce e morre,
Carrega a Beleza em seu nome,
Seca e apodrece no chão.
Pois disso vive o poeta...
Da Ilusão à Desilusão.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Vi (Mãe Natureza)
Vi, dentre as mães, a mais bela.
Vi, dentre as mães, a mãe delas.
Vi, dentre seus sofrimentos, os meus.
Vi, dentre seus sofrimentos, o causador: eu?!
Vi, dentre seus frutos, qual me causa efeito.
Vi, dentre seus frutos, o perfeito.
Não questione que por muitos desconhecida nos cause surpresa,
Pois como Mãe, seu nome está escrito em sua própria... Natureza.
*Dedicado à Dona Custódia.
Vi, dentre as mães, a mãe delas.
Vi, dentre seus sofrimentos, os meus.
Vi, dentre seus sofrimentos, o causador: eu?!
Vi, dentre seus frutos, qual me causa efeito.
Vi, dentre seus frutos, o perfeito.
Não questione que por muitos desconhecida nos cause surpresa,
Pois como Mãe, seu nome está escrito em sua própria... Natureza.
*Dedicado à Dona Custódia.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Como são as coisas
terça-feira, 20 de maio de 2008
Circo da Vida
Siga teu instinto,
Obedeça teus valores,
Questione teus princípios,
Viva e morra de amores.
Só assim,
Deixaremos de viver como meros atores.
Obedeça teus valores,
Questione teus princípios,
Viva e morra de amores.
Só assim,
Deixaremos de viver como meros atores.
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