A poesia é como um refrigerante.
Saciante pela sua frieza.
Viciante pela sua doçura.
Onde bolhas de idéias esguias,
Lutam para vir à tona.
Triste a comparação do poeta...
No mínimo,
Comparasse ao mais fino champagne!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Somos para o que viemos
Vim para andar contra o Vento.
Sem pressa,
Sem saber para onde vai.
Vim para nadar contra a Corrente.
Sem força,
De artifício,
Sorrir,
Cerrar olhos e punhos,
Acreditar e sonhar...
Sem pressa,
Sem saber para onde vai.
Vim para nadar contra a Corrente.
Sem força,
De artifício,
Sorrir,
Cerrar olhos e punhos,
Acreditar e sonhar...
sábado, 13 de dezembro de 2008
Tradução
O Homem se traduz na conciência.
A mentira se traduz na verdade.
A Vida se traduz na preguiça.
A existência se traduz na oportunidade.
A Morte,
Se traduz na poesia.
A poesia,
Se traduz no verso da eternidade.
A mentira se traduz na verdade.
A Vida se traduz na preguiça.
A existência se traduz na oportunidade.
A Morte,
Se traduz na poesia.
A poesia,
Se traduz no verso da eternidade.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Das visões
O poeta escreve a partir de uma visão sobre alguma coisa.
O leitor passa a ter uma visão a partir de alguma coisa.
Essa é minha visão sobre a coisa...
O leitor passa a ter uma visão a partir de alguma coisa.
Essa é minha visão sobre a coisa...
domingo, 19 de outubro de 2008
Ócio vosso
Ócio vosso...
Sou teu sócio.
Ainda que ignóbil,
Coço.
Sem remorço.
Repito e reforço.
Nossa...
Com ele não posso!
Sou teu sócio.
Ainda que ignóbil,
Coço.
Sem remorço.
Repito e reforço.
Nossa...
Com ele não posso!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
É o que dizem...
Dizem que sou assim...
Quieto,
Tranquilo,
Sereno.
Dizem que sou assado...
Malandro,
Esperto,
De papo pro alto.
Coitados.
Estão todos errados!
Na verdade,
Sou assim, assado...
Quieto,
Tranquilo,
Sereno.
Dizem que sou assado...
Malandro,
Esperto,
De papo pro alto.
Coitados.
Estão todos errados!
Na verdade,
Sou assim, assado...
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Dança comigo?
Nesse ritmo danço a Vida,
Na alfaya dos Corações...
No concerto desconcertado,
Crio notas e arranjo harmonia,
Faço Dela minha Música,
Vida a passo dois e dois...
Na alfaya dos Corações...
No concerto desconcertado,
Crio notas e arranjo harmonia,
Faço Dela minha Música,
Vida a passo dois e dois...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Mulher
O que mais gosto em uma mulher,
Não é seu cabelo,
Não é sua perna grossa,
Nem sua voz de Anjo que me faz tremer...
Não é sua pele,
Não é seu calor envolvente,
Nem seu olhar que fita até eu me perder...
Não é seu beijo,
Não é seu gosto viciante,
Nem seu sexo,
Viceral,
Por me enlouquecer...
O que mais gosto em uma mulher,
É você...
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Depois
Depois de uma noite mal dormida,
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Contradizendo...
Nessa terra de contradições,
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Fechando os olhos
Fechando os olhos,
Fronteiras se desistem...
Limites se transpassam...
E, imaginando, apenas,
Sonhos se realizam...
Desistida por Fronteiras,
Transpassada por Limites,
No escuro, reescrevo minha história.
Pois a verdadeira Viagem,
Como sempre,
Se faz na Memória...
Fronteiras se desistem...
Limites se transpassam...
E, imaginando, apenas,
Sonhos se realizam...
Desistida por Fronteiras,
Transpassada por Limites,
No escuro, reescrevo minha história.
Pois a verdadeira Viagem,
Como sempre,
Se faz na Memória...
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Palavras
Ah, esta minha sede de palavras...
Onde cada palavra, não passa de um regurgitado pensamento,
Onde cada pensamento, não passa de vidas num segundo do momento.
Assim, me afogo em letras,
Nas horas, que se passam, em mais um dia de sofrimento...
Onde cada palavra, não passa de um regurgitado pensamento,
Onde cada pensamento, não passa de vidas num segundo do momento.
Assim, me afogo em letras,
Nas horas, que se passam, em mais um dia de sofrimento...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Vai entender
Tric tric, Rolimã.
Patinete, Tobogã.
Crau no zóio da rã...
*De um bêbado no Copacabana Bar!
Patinete, Tobogã.
Crau no zóio da rã...
*De um bêbado no Copacabana Bar!
Boas e velhas lembranças
Levanto-me! Normalmente me demoro o bastante a querer viver. Hoje é diferente. Boas e velhas lembranças chicoteiam minhas costas.
É frio. Mas o sangue ferve...
Nos vidros da janela observo a neve, que cai aos poucos, formando pequenos porta retratos das pessoas na rua. Tudo à cantoria da navalha cortante do vento, nas entrelinhas de minhas velhas paredes de madeira.
É frio. Mas o sangue ferve...
Visto meu paletó, ponho minhas calças, botas, ajeito meu chapéu. O dia, é hoje. Porque diabos, não sei. Apenas sei que poderia mudar este destino mas, não há borracha que apague o que ele mesmo escreve.
É frio. Mas o sangue ferve...
Arrumo minha cama, mas desta vez, não ajeito a palha. Sento à mesa, mas desta vez, não encosto no pao. A vontade se faz ausente, mas não para o que estou disposto a fazer. Vou até o fim.
É frio. Mas o sangue ferve...
Tento encilhar meu cavalo firmemente, que de magro, de nada adianta meu rugido de força. Pobre animal, assim como eu.
É frio. Mas o sangue ferve...
A pé, de passos desordenados, assim como meus pensamentos embriagados, sigo. Empunhando minha única herança, carregada de apenas um ponto final, oro.
É frio. Mas o sangue ferve...
Sim. A hora é agora. Lá está ele. Meu alvo. Ela...
É frio. Mas o sangue ferve...
Fraco, caminho. Trêmulo, miro. Ouço gritos ensurdecedores ao meu redor. Sinto um grito mudo à minha frente. Minhas boas e velhas lembranças fazem força no gatilho.
É frio. Mas o sangue ferve...
Enxugo a lágrima inexistente, que de cansada, nao caiu mais. Dou um ponto final, mas desta vez...para o céu.
Da boca.
Estou frio. E meu sangue também...
É frio. Mas o sangue ferve...
Nos vidros da janela observo a neve, que cai aos poucos, formando pequenos porta retratos das pessoas na rua. Tudo à cantoria da navalha cortante do vento, nas entrelinhas de minhas velhas paredes de madeira.
É frio. Mas o sangue ferve...
Visto meu paletó, ponho minhas calças, botas, ajeito meu chapéu. O dia, é hoje. Porque diabos, não sei. Apenas sei que poderia mudar este destino mas, não há borracha que apague o que ele mesmo escreve.
É frio. Mas o sangue ferve...
Arrumo minha cama, mas desta vez, não ajeito a palha. Sento à mesa, mas desta vez, não encosto no pao. A vontade se faz ausente, mas não para o que estou disposto a fazer. Vou até o fim.
É frio. Mas o sangue ferve...
Tento encilhar meu cavalo firmemente, que de magro, de nada adianta meu rugido de força. Pobre animal, assim como eu.
É frio. Mas o sangue ferve...
A pé, de passos desordenados, assim como meus pensamentos embriagados, sigo. Empunhando minha única herança, carregada de apenas um ponto final, oro.
É frio. Mas o sangue ferve...
Sim. A hora é agora. Lá está ele. Meu alvo. Ela...
É frio. Mas o sangue ferve...
Fraco, caminho. Trêmulo, miro. Ouço gritos ensurdecedores ao meu redor. Sinto um grito mudo à minha frente. Minhas boas e velhas lembranças fazem força no gatilho.
É frio. Mas o sangue ferve...
Enxugo a lágrima inexistente, que de cansada, nao caiu mais. Dou um ponto final, mas desta vez...para o céu.
Da boca.
Estou frio. E meu sangue também...
terça-feira, 29 de julho de 2008
Sob questão
Sob dogmas e ditas verdades,
Vos digo de absoluta certeza,
Ou não:
Eis o não Ser,
Ser é a questão...
Vos digo de absoluta certeza,
Ou não:
Eis o não Ser,
Ser é a questão...
quarta-feira, 23 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
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