Podemos morrer de tantas formas,
De tédio, de fome, e por que não dizer de amores...
Dentre elas, tantas, alguma delas só nos é fatal.
Todos os dias morremos.
Mas a vida é uma só.
Vivamos então, alto junto aos sonhos, para que a pena,
Leviana ou não,
Valha por nós mesmos..."
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Momentos
A compreenção, mesmo que abstrata do homem para com a religião,
É tal qual a concreta da criança para com a família...
É tal qual a concreta da criança para com a família...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Arte da vida
Na arte não se aprende.
Na arte se exercita.
Na arte não se erra.
Na arte se imita.
Aprendendo a exercitar o erro que imito,
Na vida morro à arte.
E na arte expresso a vida.
Na arte se exercita.
Na arte não se erra.
Na arte se imita.
Aprendendo a exercitar o erro que imito,
Na vida morro à arte.
E na arte expresso a vida.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ser
Não quero mais ser.
Seria eu,
No máximo,
A questão fatalmente em si.
Serei
Então,
O vasto alcance do ver.
Volto então,
Fatalmente,
A coexistir com meu ser.
Seria eu,
No máximo,
A questão fatalmente em si.
Serei
Então,
O vasto alcance do ver.
Volto então,
Fatalmente,
A coexistir com meu ser.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Prazer
Vos apresento a mim.
A curar tuas dores,
A florir tua morada,
A curar tuas dores,
A florir tua morada,
A findar tua dívida,
A ditar tua sorte.
A ditar tua sorte.
Prazer, Vida.
Sou Morte.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Fim
Tudo se torna eterno,
Dado o momento em que se termina.
Assim como cabe à poesia,
Um fim,
Cabe ao fim,
Uma poesia.
Dado o momento em que se termina.
Assim como cabe à poesia,
Um fim,
Cabe ao fim,
Uma poesia.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ah! Criatura...
Ah! Criatura...
Poupe meu relógio de teus amáveis podres agrados,
Cale meu tormento de tuas doces palavras azedas,
Apague meu repugno de teus inocentes culpados olhares,
Assassine meu asco de tua prazerosa insuportável presença.
Ah! Criatura...
Seja mais que tua nobre rasa indescência.
Poupe meu relógio de teus amáveis podres agrados,
Cale meu tormento de tuas doces palavras azedas,
Apague meu repugno de teus inocentes culpados olhares,
Assassine meu asco de tua prazerosa insuportável presença.
Ah! Criatura...
Seja mais que tua nobre rasa indescência.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Felicidade
Há pessoas que são felizes por natureza.
Riem sem razão aparente,
Choram pela mesma razão.
Celebram a vida pelos detalhes.
Feliz delas...
Riem sem razão aparente,
Choram pela mesma razão.
Celebram a vida pelos detalhes.
Feliz delas...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Poesia sem gás!
A poesia é como um refrigerante.
Saciante pela sua frieza.
Viciante pela sua doçura.
Onde bolhas de idéias esguias,
Lutam para vir à tona.
Triste a comparação do poeta...
No mínimo,
Comparasse ao mais fino champagne!
Saciante pela sua frieza.
Viciante pela sua doçura.
Onde bolhas de idéias esguias,
Lutam para vir à tona.
Triste a comparação do poeta...
No mínimo,
Comparasse ao mais fino champagne!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Somos para o que viemos
Vim para andar contra o Vento.
Sem pressa,
Sem saber para onde vai.
Vim para nadar contra a Corrente.
Sem força,
De artifício,
Sorrir,
Cerrar olhos e punhos,
Acreditar e sonhar...
Sem pressa,
Sem saber para onde vai.
Vim para nadar contra a Corrente.
Sem força,
De artifício,
Sorrir,
Cerrar olhos e punhos,
Acreditar e sonhar...
sábado, 13 de dezembro de 2008
Tradução
O Homem se traduz na conciência.
A mentira se traduz na verdade.
A Vida se traduz na preguiça.
A existência se traduz na oportunidade.
A Morte,
Se traduz na poesia.
A poesia,
Se traduz no verso da eternidade.
A mentira se traduz na verdade.
A Vida se traduz na preguiça.
A existência se traduz na oportunidade.
A Morte,
Se traduz na poesia.
A poesia,
Se traduz no verso da eternidade.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Das visões
O poeta escreve a partir de uma visão sobre alguma coisa.
O leitor passa a ter uma visão a partir de alguma coisa.
Essa é minha visão sobre a coisa...
O leitor passa a ter uma visão a partir de alguma coisa.
Essa é minha visão sobre a coisa...
domingo, 19 de outubro de 2008
Ócio vosso
Ócio vosso...
Sou teu sócio.
Ainda que ignóbil,
Coço.
Sem remorço.
Repito e reforço.
Nossa...
Com ele não posso!
Sou teu sócio.
Ainda que ignóbil,
Coço.
Sem remorço.
Repito e reforço.
Nossa...
Com ele não posso!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
É o que dizem...
Dizem que sou assim...
Quieto,
Tranquilo,
Sereno.
Dizem que sou assado...
Malandro,
Esperto,
De papo pro alto.
Coitados.
Estão todos errados!
Na verdade,
Sou assim, assado...
Quieto,
Tranquilo,
Sereno.
Dizem que sou assado...
Malandro,
Esperto,
De papo pro alto.
Coitados.
Estão todos errados!
Na verdade,
Sou assim, assado...
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Dança comigo?
Nesse ritmo danço a Vida,
Na alfaya dos Corações...
No concerto desconcertado,
Crio notas e arranjo harmonia,
Faço Dela minha Música,
Vida a passo dois e dois...
Na alfaya dos Corações...
No concerto desconcertado,
Crio notas e arranjo harmonia,
Faço Dela minha Música,
Vida a passo dois e dois...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Mulher
O que mais gosto em uma mulher,
Não é seu cabelo,
Não é sua perna grossa,
Nem sua voz de Anjo que me faz tremer...
Não é sua pele,
Não é seu calor envolvente,
Nem seu olhar que fita até eu me perder...
Não é seu beijo,
Não é seu gosto viciante,
Nem seu sexo,
Viceral,
Por me enlouquecer...
O que mais gosto em uma mulher,
É você...
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Depois
Depois de uma noite mal dormida,
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
Nada como um whisky para as Dores, engolir...
Nada como um cigarro para as Lembranças, queimar...
Nada como uma janela, uma garrafa, e um cinzeiro,
A esperar o Sol,
Novamente,
A nos enganar...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Contradizendo...
Nessa terra de contradições,
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
Conto as horas que não passam,
Atravesso dias que sequer clareiam,
Iluminando idéias, que,
Aos poucos,
Vão desaparecendo...
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